segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Prefeita Elijane Paiva participa de reunião com bancada federal do RN



A prefeita de Umarizal (RN), Elijane Paiva (DEM), participou nesta segunda-feira, (23), de uma importante reunião com a bancada federal do Rio Grande do Norte, promovida pela Federação dos Municípios de RN (FEMURN), na sede da FIERN, em Natal. Ao lado da Chefe do Executivo estava o secretário Chefe da Casa Civil, o ex- prefeito, Manoel Paulo Cavalcante.

O evento que contou os com onze parlamentares federais do Estado, teve a participação de 135 gestores municipais e teve como objetivo principal a busca pelo apoio de toda a classe política do estado para a liberação do novo Apoio Financeiro aos Municípios (AFM), através de Medida Provisória editada pelo Governo Federal, que deverá ajudar as prefeituras a fechar as contas em 2017.

"É necessário e urgente que o novo pacto federativo seja colocado em prática. É necessário que o presidente Michel Temer se sensibilize e libere essas verbas e salve os municípios brasileiros. Toda a riqueza nacional é produzida nos municípios e todo o recurso vai para o Governo Federal e apenas é devolvido uma parte insuficiente para ser aplicado nas cidades", afirmou Elijane Paiva.

De acordo com o Néo, como é mais conhecido o secretário da Casa Civil, "Mostramos aos deputados federais e aos senadores potiguares o impacto que essa crise está impondo ao nosso município. Precisamos urgentemente que essa realidade seja mudada. O deputado Walter Alves, sensível ao tamanho das dificuldades, nos garantiu empenho e liberação de emendas para novos investimentos em Umarizal", comentou.


O Presidente da Federação, Benes Leocádio, comemorou a presença dos prefeitos e dos parlamentares: "Ficamos muito felizes com a presença marcante de 135 prefeitos do RN, além da unanimidade da bancada. A partir daqui, entregaremos um documento que será levado pela bancada para o Presidente da República, solicitando o AFM, que é importante se dizer: não vai resolver de uma vez por todas a situação dos municípios, mas, pelo menos, diminui essa distância que a gente tá vivendo das receitas de 2016", afirmou.


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