quarta-feira, 12 de julho de 2017

Câmara Municipal de Umarizal elege novo presidente para o biênio 2019-2020


A Câmara Municipal de Umarizal (CMU), na tarde desta terça-feira (11), em sua última sessão do primeiro semestre, antecipou a eleição da Mesa Diretora e elegeu seu novo presidente para o biênio 2019-2020. O eleito, que conseguiu somar 5 votos, foi o vereador Antonimar Francisco de Oliveira (PSB).

O vereador Bazoca (como é mais conhecido), contou com o apoio da bancada oposicionista e do vereador Chico de Brancar, atual segundo-secretário da CMU e candidato vitorioso a vice-presidente do próximo biênio, derrotando o vereador Maycon Nunes (PTdoB), que contava com os votos dos demais quatro edis.

A nova composição da Mesa Diretora para o biênio final desta legislatura é formada além do presidente Bazoca, pelo vice-presidente Francisco de Assis Filho, o Chico de Brancar, (DEM), a vereadora Rizoneide Moura Freitas (Neide de Marcos, como é mais conhecida), do PSD, e do vereador Antônio Robério Dantas Delfino (PSB).

A eleição se deu em meio a uma sessão muito polêmica, onde o grupo derrotado tentou, até o último momento, tornar o registro da composição vencedora irregular alegando que tal registro foi extemporâneo. Diante do impasse formado e em um verdadeiro jogo de plateia, o presidente da CMU, Marcos de Antônio de Néo (PSB), chegou a cancelar a eleição e encerrar a sessão.

Os demais vereadores exigiram o cumprimento do Regimento Interno da Casa e o Edital da Eleição e, com a recusa do atual presidente e vice-presidente em reabrir a sessão, a primeira-secretária usando a prerrogativa da sucessão hierárquica da Mesa Diretora, declarou aberta a segunda sessão do dia e conduziu a eleição da nova composição da Casa Legislativa.

Nota do Blog
Acompanhando todo o trabalho realizado na sessão da CMU, na tarde desta terça-feira, este escrevinhador não observou nenhuma irregularidade quanto ao cumprimento do Regimento Interno nem ao Edital de Convocação para tais eleições da nova Mesa Diretora daquela Casa Legislativa.


O que se viu, foi um claro jogo de interesses pessoais e uma tentativa em vão de se tumultuar a sessão, por arte do grupo derrotado democraticamente pelo voto dos pares daquela Casa, para que a eleição não mais acontecesse.
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